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Final Fantasy VII
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ファイナルファンタジーVII
Fainaru Fantajī VII
Desenvolvedora Square Co., Ltd.
Editora Japão Square Co., Ltd.
Estados Unidos/Canadá SCEA America
Estados Unidos/Canadá Eidos (Versão para PC)
Europa SCE Europe
Datas de
Lançamento
Versão para PlayStation:
Japão 31 de Janeiro de 1997
Estados Unidos/Canadá 7 de Setembro de 1997
Japão 2 de Outubro de 1997 (Int.)
Europa/Austrália 14 de Novembro de 1997

Versão para PC:

Estados Unidos/Canadá 24 de Junho de 1998

PlayStation Network:

Japão 9 de Abril de 2009 (Int.)
Estados Unidos/Canadá 2 de Junho de 2009
Europa/Austrália 4 de Junho de 2009

Versão para PC relançada na
Square Enix Store:

Europa/Estados Unidos 14 de Agosto de 2012
Japão 16 de Maio de 2013 (Int.)

Steam:

Europa/Estados Unidos/Canadá/Japão 4 de Julho de
2013

Dive In:

Japão 9 de Outubro de 2014

PlayStation 4:

Original
Mundial: Primavera de 2015
Remake
A ser anunciado
Gênero Role-playing game (RPG)
Modos de Jogar Um jogador
Classificações ESRB: Teen Teen

USK: 12+ 12+
ELSPA: 11+ 11+
PEGI: 12+ 12+
ACB: PG PG

Plataformas PlayStation, PC, PlayStation Network,
iOS & Android via Dive In, PlayStation 4

Final Fantasy VII é o sétimo jogo da série Final Fantasy e foi publicado em 1997 pela Square Co., Ltd., sendo, até hoje, o mais popular da série. Foi dirigido por Yoshinori Kitase, escrito por Kitase e Kazushige Nojima e produzido por Hironobu Sakaguchi. Foi o primeiro jogo da série a ser publicado para o Playstation ao invés de um console da Nintendo e o primeiro a ser portado para o Windows. Final Fantasy VII foi o primeiro título da série com modelos de personagens inteiramente 3D (poligonais), embora a maioria dos ambientes sejam mapas 2D pré-renderizados (exceto o mapa do mundo e as telas de batalha, que eram renderizadas puramente em 3D). Final Fantasy VII é um dos jogos mais vendidos de todos os tempos, com as vendas mais altas (10,5 milhões de cópias) de qualquer jogo da série e o segundo jogo mais vendido para o PlayStation. Desde a sua estréia no PlayStation da Sony, Final Fantasy também foi lançado para o PC e na PlayStation Network. Ele é considerado por muitos um dos RPGs mais influentes até o dia de hoje.

Diferente de Final Fantasy IV e Final Fantasy VI, que foram renomeados para II e III na América do Norte (II, III e V não haviam sido lançados internacionalmente naquela época), Final Fantasy VII manteve o número sete no seu lançamento no ocidente. O jogo originou uma sub-série de sequências, prequels e "midquels" chamada Compilação de Final Fantasy VII.

JogabilidadeEditar

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A primeira batalha de Final Fantasy VII.

Final Fantasy VII é um RPG controlado em grande parte através de menu. O jogador fica limitado a cidade de Midgar no início do jogo, mas, à medida que progride na história, mais partes do mundo tornam-se acessíveis e o jogador ganha mais liberdade e oportunidades de exploração. Em várias ocasiões, o jogo é interrompido por sequências dramáticas já roteirizadas e muitas delas são de longa duração.

Durante a batalha, o jogo usa o mesmo sistema de Batalha de Tempo Ativo (ATB, do inglês "Active Time Battle") utilizado nos três jogos Final Fantasy precedentes. Diferente dos jogos anteriores da série, que permitiam um máximo de quatro a cinco membros do grupo participarem da batalha, Final Fantasy VII permite o uso de apenas três personagens de uma vez.

O sistema de habilidades de Final Fantasy VII utiliza Materia, orbes mágicas que podem ser colocadas em partes das armas e armaduras. As Materias possibilitam que os personagens usem magias, habilidades de comando e uma variedade de habilidades passivas. Materias podem ser combinadas de muitas formas e o uso estratégico dessas combinações permite ao jogador usar várias estratégias que se adaptem à sua forma de jogar.

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Cloud Strife, carregando seu Limit Break, Meteorain.

Um recurso introduzido em Final Fantasy VI, o "desperation attack", retorna em Final Fantasy VII em uma nova forma modificada conhecida como Limit Break. Cada personagem jogável possui uma "barra de limite" que enche proporcionalmente à quantidade de dano que o personagem recebe na batalha. Quando a barra de limite enche por completo, ele pode usar o seu Limit Break, uma habilidade especial que geralmente causa muito mais dano ao inimigo do que ataques físicos normais; alguns Limit Breaks afetam todos os inimigos e outros auxiliam o grupo, curando o HP ou fornecendo buffs

Final Fantasy VII popularizou a inclusão de chefes difíceis opcionais como forma de desafiar e recompensar o jogador. Um série de monstros poderosos chamados Weapons aparecem e o jogador deve enfrentar algumas durante o enredo. Entretanto, duas delas — Ruby Weapon e Emerald Weapon — só podem ser encontradas se o jogador explorar além da rota principal. Esses dois chefes não foram incluídos na versão original japonesa, mas foram adicionados nas versões européia e americana.

PersonagensEditar

Personagens jogáveis em Final Fantasy VII.
Artigo principal: Lista de Personagens de Final Fantasy VII

Os personagens jogáveis em Final Fantasy VII são:

  • Cloud Strife é o personagem principal, passando-se por um antigo membro do SOLDIER que agora atua como um mercenário que se envolveu nas ações do grupo eco-terrorista AVALANCHE. Indiferente e frio à primeira vista, ele começa a mudar quando começa a descobrir seu passado misterioso.
  • Barret Wallace, o líder do AVALANCHE, possui uma arma no lugar de sua mão direita. Apesar de sua personalidade rude e barulhenta, ele é uma pessoa carinhosa e ama sua filha Marlene.
  • Tifa Lockhart, a amiga de infância do Cloud e membro do AVALANCHE, cuida do bar 7th Heaven nos subúrbios do Setor 7, que serve como o esconderijo do grupo. Sua simpatia esconde sua espantosa habilidade de combate.
  • Aerith Gainsborough, uma vendedora de flores do subúrbio do Setor 5 e a última Cetra, foi capturada pela Shinra quando era jovem, mas escapou com sua mãe Ifalna, que morreu, deixando Aeris órfã. Aeris foi encontrada e criada por Elmyra Gainsborough.
  • Red XIII é um animal vermelho quadrúpede capaz de se comunicar. O grupo resgata ele do cativeiro na Sede da Shinra, onde seria cobaia em experimentos. Ele fala pouco, mas quando o faz, suas palavras são frequentemente importantes.
  • Cait Sith, um gato robótico em cima de um Mog de pelúcia, atua como um vidente quando o grupo o encontra em Gold Saucer. Ele comando o seu Mog aos berros usando um megafone. Sua atitude amigável esconde um lado sombrio, mas ele é eventualmente usado para o bem.
  • Cid Highwind, o piloto mal educado e fumante compulsivo de Cidade do Foguete que sonha em ser o primeiro homem no espaço. Ele foi forçado a abortar a missão depois que sua assistente, Shera, estava fazendo uma verificação de segurança no foguete e teria sido queimada até a morte se ele tivesse decolado. Apesar de sua atitude amarga, Cid tem um bom coração e se preocupa com seus amigos.
  • Yuffie Kisaragi, a princípio conhecida como Ninja Misteriosa, pode ser encontrada em qualquer floresta depois dos eventos na Mina de Mythril. Uma auto declarada caçadora de Materia, ela é furtiva e brincalhona, e "caça" Materia para restaurar seu lar de Wutai à sua antiga glória.
  • Vincent Valentine, encontrado pelo grupo dormindo em um caixão na Mansão Shinra em Nibelheim, é um antigo Turk com um passado traumático. Depois de ser submetido a inúmeros experimentos, Vincent tornou-se capaz de se transformar em formas monstruosas, mas selou a si mesmo em um caixão por causa da culpa de seu passado. Assim como Red XIII, ele fala pouco, mas oferece conselhos valiosos quando o faz.
  • Sephiroth, é um personagem temporário não-controlável durante uma sequência. Após reaparecer depois de anos considerado morto, perseguir Sephiroth se torna a motivação principal do grupo.

Personagens importantes da Companhia de Energia Elétrica Shinra são Reeve Tuesti (Chefe de Desenvolvimento Urbano), Professor Hojo (Chefe do Departamento de Ciência), Palmer (Chefe de Exploração Espacial), Heidegger (Chefe do Departamento de Preservação da Paz), Scarlet (Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento de Armas), Presidente Shinra, seu filho Rufus Shinra, e os membros da organização policial secreta chamada Turks; Elena, Rude, Reno e Tseng.

O nome de Aeris na versão original em Inglês de Final Fantasy VII foi transliterado de "Aerith". Produtos posteriores que a incluíam, como Kingdom Hearts, Crisis Core -Final Fantasy VII- e o filme Final Fantasy VII: Advent Children, traduziram o nome para Aerith, embora seu nome tenha permanecido Aeris nos lançamentos seguintes de Final Fantasy VII na PlayStation Network e para PC.

Final Fantasy VII mostrou ser popular o suficiente para a Square incluir vários de seus personagens em outros jogos, e os personagens de Final Fantasy VII foram os primeiros a fazerem aparições subsequentes como personagens jogáveis ou cameos em outros jogos e na cultura popular. Eles aparecem em outros jogos da série Final Fantasy (por exemplo; Cloud aparece em Final Fantasy Tactics; Cloud, Tifa e Sephiroth em Dissidia Final Fantasy e Dissidia 012; etc), em jogos não-Final Fantasy da Square Enix (como a série Kingdom Hearts; Ehrgeiz: God Bless the Ring) e em outros lugares (vários personagens são roupas de DLC em LittleBigPlanet).

AmbientaçãoEditar

Shinra, Inc., uma mega-companhia de produção de energia, está colhendo a energia vital pura do Planeta (conhecida como Lifestream) e usando como um simples combustível fóssil. O Lifestream é processado e transformado em produtos que variam desde eletricidade e calor até Mako e Materia. Os últimos dois materiais podem fazer milagres, concedendo a sabedoria dos Anciões ao usuário. Contudo, o Lifestream é finito, assim como qualquer outro combustível, e a força vital do Planeta está sendo drenada rapidamente pela constante exploração de Mako pela Shinra. Embora estejam cientes dos efeitos nocivos, eles continuam a extração sem remorso.

Todavia, a verdadeira batalha não é contra uma corporação, mas uma força muito mais competente vinda do passado distante. Um guerreiro que há muito tempo atrás foi dado como morto e que planeja tornar-se um deus absorvendo todo o Lifestream do Planeta ressurgiu e não vai parar de forma alguma para alcançar seu objetivo.

Agora um pequeno grupo rebelde dos subúrbios deve acabar com os vários perigos que ameaçam os inocentes, e um mercenário de aluguel deve procurar em meio às mentiras e enganações e encontrar o homem que ele é por dentro.
—Introdução Oficial
Logo da Shinra.

Gaia, chamado de Planeta pela população mundial, é um planeta avançado tecnologicamente dominado pelos humanos, que é a única raça senciente principal com exceção de algumas outras poucas espécies quase extintas. O mundo é dominado economicamente, militarmente e politicamente pelo conglomerado da Companhia de Energia Elétrica Shinra, cujo lucro vem dos Reatores de Mako.

Os reatores extraem um tipo especial de energia—chamada "Mako"—do Planeta e a convertem em eletricidade. Um dos subprodutos da extração e refinação da energia Mako é a Materia, uma forma concentrada de Mako que permite ao usuário usar suas propriedades mágicas. O Presidente Shinra é quem lidera essa organização homônima e é, na prática, o governante do mundo. A Shinra está envolvida com vários experimentos genéticos horríveis, dos quais a população não tem conhecimento, e muitos dos monstros que assolam o Planeta surgiram daí.

A energia Mako é extraída do Lifestream, uma correnteza de força vital que passa por baixo da superfície do Planeta. Toda vida origina do Lifestream e retorna para ele após a morte, e o Lifestream é a soma de toda a vida que já viveu e ainda vai viver no Planeta. O processo de extração de energia Mako drena a vida do Planeta para gerar eletricidade. Isso pode ser notado na cidade de Midgar, capital da Shinra, que é cercada por uma planície estéril onde mal crescem plantas.

HistóriaEditar

Alerta de spoiler: Detalhes sobre a história a seguir.

AVALANCHEEditar

Cloud Strife, um mercenário que se juntou ao AVALANCHE.

Dentro dos Subúrbios de Midgar reside a organização eco-terrorista AVALANCHE, liderada por Barret Wallace, um antigo habitante de Corel, uma cidade destruída pela Shinra. O grupo AVALANCHE aluga um mercenário chamado Cloud Strife, que diz ser um antigo membro da força especial de elite da Shinra, SOLDIER.

Cloud é atormentado por perturbações psíquicas e, a princípio, demonstra pouco interesse à causa do AVALANCHE; de acordo com ele mesmo, só está interessado no dinheiro. Outros membros do AVALANCHE incluem Tifa Lockhart, uma amiga de infância de Cloud a qual ele fez uma promessa de protegê-la há anos atrás, antes de deixarem Nibelheim, sua cidade natal, e Jessie, Biggs e Wedge.

A missão do AVALANCHE é explodir os oito Reatores de Mako localizados ao redor da cidade. Durante uma missão, Cloud é separado do resto do grupo e encontra Aeris Gainsborough nos subúrbios de Midgar. Para contra-atacar os ataques do AVALANCHE, Shinra solta uma parte da chapa superior localizada acima do Setor 7 para destruir a base da organização, matando Jessie, Biggs e Wedge e a maioria da população do Setor 7. Shinra captura Aeris e a leva para sua sede.

A administração da Shinra está preocupada com os poucos repositórios de energia Mako disponíveis para colheita e fascinada com a lenda da Terra Prometida; um lugar lendário onde flui Mako em abundância. Somente uma raça chamada Cetra, também conhecida como os Anciões, é capaz de encontrá-la, de acordo com a lenda. Os Cetra foram quase todos extintos pela "Calamidade dos Céus" há 2000 anos atrás e Aeris Gainsborough é a única restante, a quem Shinra esteve tentando capturar por anos.

Cloud e o restante do AVALANCHE invadem o prédio para resgatar Aeris do laboratório do Professor Hojo, onde Cloud vê uma criatura sem cabeça chamada Jenova mantida dentro de um tanque e reage à ela, embora ele não consiga explicar sua experiência aos outros. Eles descobrem que Hojo aprisionou Aeris com Red XIII, um outro cobaia para testes, e libertam eles, mas acabam sendo capturados também. Como o tanque onde Red XIII e Aeris estavam sendo mantidos estava quebrado, todos foram mandados para as celas de prisão que existem dentro do prédio. O grupo consegue se libertar de suas celas graças à reaparição surpresa do lendário SOLDIER que todos pensavam que estava morto, Sephiroth, seguindo a fuga de uma Jenova sem cabeça de seu tanque. O Presidente Shinra é morto durante o retorno de Sephiroth e o jovem e impiedoso Rufus Shinra toma as rédeas da companhia. Cloud e o restante do grupo escapam por pouco de Midgar, abrindo caminho a força pelas tropas da Shinra.

Perseguindo SephirothEditar

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A silhueta de Sephiroth nas chamas de Nibelheim.

Cloud decide perseguir Sephiroth para vingar a destruição de sua cidade natal e os outros vão junto. Tifa compartilha do ódio de Cloud por Sephiroth e quer ficar de olho em Cloud, pois seu comportamento instável a preocupa. O Presidente Shinra disse a Aeris que Sephiroth é um Ancião e ela deseja encontrá-lo para descobrir mais sobre sua linhagem. Red XIII decide acompanhar os outros até que possa voltar para sua casa em Cosmo Canyon.

Na cidade de Kalm, Cloud conta aos outros sua história sobre o Incidente de Nibelheim, ou o que aconteceu na cidade há cinco anos atrás, mas sua história é cheia de buracos. Cloud diz que há cinco anos atrás ele e Sephiroth foram enviados para Nibelheim para investigar o Reator de Mako local, onde Sephiroth encontrou Jenova, uma criatura que a Shinra pensou que se tratava de um Ancião, e que foi chamada de mãe do Sephiroth. Perturbado pela descoberta, Sephiroth escavou sobre seu passado e o Projeto Jenova—do qual ele nasceu—por Professor Gast e o insano Professor Hojo. Suas descobertas o levaram à loucura e, acreditando ser o último Ancião, Sephiroth vingou-se da humanidade queimando a cidade de Nibelheim. A mãe do Cloud e o pai da Tifa morreram durante o incidente e Cloud, furioso, foi ao encontro de Sephiroth para enfrentá-lo, mas ele não consegue se lembrar do fim da história.

Depois de ouvirem sobre um homem de capa preta, o grupo segue os rumores até Junon, onde são surpreendidos ao encontrar Rufus Shinra promovendo sua cerimônia de coroação. O grupo disfarça como membros da tripulação e viaja clandestinamente no navio cargueiro para o continente oeste. Sephiroth aparece no navio e mata quase todos os membros da tripulação. Cloud e o resto do grupo encontram Sephiroth se materializando do chão, mas ele não reconhece Cloud. Cloud tenta obter respostas sobre o objetivo de Sephiroth, mas ele vai embora e deixa Jenova∙BIRTH para lutar contra eles.

O grupo persegue Sephiroth pelo Planeta, mas eles não são os únicos a fazerem isso, pois Rufus Shinra também quer encontrar Sephiroth e encarregou os Turks, um grupo especial da Shinra, da tarefa. O grupo cruza com os Turks várias vezes, e em Gold Saucer eles encontram Cait Sith, um robô vidente, que se junta a eles. Barret deve confrontar seu passado quando o grupo retorna para o local da sua antiga cidade natal e Red XIII pretende deixar o grupo ao chegar em Cosmo Canyon, mas muda de ideia ao descobrir a verdade sobre seu pai, quem ele achava que era um covarde, e decide viajar com Cloud e seus amigos para proteger o Planeta. Cosmo Canyon é um centro de estudos sobre o Planeta e seu Lifestream e Aeris conversa com os sábios da vila e deduz que Sephiroth não é um Ancião e que ela é a única Cetra restante.

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Um Clone de Sephiroth em Nibelheim.

O grupo continua seguindo os rumores sobre um homem de capa preta e chega em Nibelheim, onde encontram a cidade completamente reconstruída pela Shinra e habitada por empregados da Shinra se passando pelos antigos moradores para cobrir o incidente de cinco anos atrás. A cidade está infestada por pessoas vestidas de preto que resmungam algumas palavras sobre Sephiroth, os Clones do Sephiroth, e o grupo encontra o próprio Sephiroth na biblioteca da Mansão Shinra, que diz à Cloud para juntar-se a ele na Reunião, mas Cloud não sabe do que ele está falando.

Sephiroth foge e o grupo vai atrás dele, passando pelo Monte Nibel e chegando à Cidade do Foguete, onde encontram Cid Highwind, um engenheiro aeronáutico cujo sonho de ir para o espaço foi frustrado pela falta de financiamento da Shinra. Rufus aparece para levar o avião de Cid, o Tiny Bronco. Cid recusa e o grupo o ajuda a impedir que Palmer, um executivo da Shinra, roube o avião, mas acabam embarcando nele junto com Cid, que se junta ao grupo. O avião cai no oceano e se torna o barco do grupo.

Vincent é um antigo Turk que foi traído pelo seu amor, Lucrecia Crescent, a mãe biológica de Sephiroth, e transformado em um monstro. Ele adormece abaixo da Mansão Shinra em Nibelheim, como castigo pelos seus pecados de não ter sido capaz de parar o Projeto Jenova, mas acaba se juntando ao grupo quando descobre que eles podem acabar se encontrando com o Professor Hojo, que Vincent julga ser o culpado por tudo. Yuffie é uma garota da Vila Wutai, uma cidade que lutou contra o domínio da Shinra durante a Guerra de Wutai, mas acabou se rendendo sob algumas condições. Ela sonha em restaurar o orgulho de sua terra natal e se junta ao grupo para conseguir isso.

A perseguição por Sephiroth leva o grupo a descobrir muitas coisas. Sephiroth planeja usar a Materia Negra, uma Materia tão poderosa que os Cetra a esconderam que contém a magia Meteoro, a Magia Negra suprema que invoca um meteorito para colidir com o Planeta. O plano de Sephiroth é criar uma ferida tão grande no Planeta que o Lifestream será enviado em massa para curá-la, onde Sephiroth irá interceptá-lo para tomar o controle do mundo. Sephiroth é seguido por um grupo de fanáticos encapuzados, os Clones do Sephiroth, todos possuem uma tatuagem em alguma parte de seus corpos colocada pelo Professor Hojo.

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Cloud em um encontro com Aeris.

Cloud e os outros pegam a Keystone, um objeto necessário para abrir o Templo dos Anciões, do Dio, o dono do Gold Saucer. Durante o passeio pelo parque de diversão, Cloud vai em um encontro com um companheiro do grupo e, mais tarde, Cait Sith rouba a Keystone e entrega para Tseng, o líder dos Turks, revelando ser um espião da Shinra enviado para se infiltrar no grupo do Cloud. Cait Sith recusa revelar sua verdadeira identidade e chantageia o grupo para que o levem junto ao Templo dos Anciões.

Tseng e sua companheira Elena, também uma Turk, usam a Keystone para acessar o Templo dos Anciões, mas não conseguem decifrar seus murais. Enquanto Elena sai para informar a situação para a Shinra, Sephiroth ataca Tseng. Cloud e seus amigos encontram Tseng ferido ao chegarem no Templo dos Anciões, recuperam a Keystone e a usam para aprofundar no labirinto. Eles descobrem que o próprio templo é a Materia Negra e, para transformá-la na forma utilizável, alguém deve ficar dentro do templo enquanto ele encolhe. Cait Sith se voluntaria, por ter um robô como corpo, e é destruído quando o templo se transforma na esfera que é a Materia. Cloud pega a Materia Negra mas Sephiroth chega no local e coloca Cloud sob seu controle. Cloud entrega a Materia para Sephiroth e ataca Aeris, então o grupo o nocauteia para impedi-lo. Outro Cait Sith aparece para substituir o primeiro e Aeris deixa o grupo para encontrar alguma forma de salvar o mundo do Meteoro agora que Sephiroth adquiriu a Materia Negra.

Aeris viaja para a Capital Esquecida, a cidade perdida dos Cetra. Cloud está perturbado por Sephiroth ter sido capaz de controlá-lo, mas decide continuar sua jornada, sendo encorajado por Tifa e Barret. O grupo vai atrás de Sephiroth e Aeris e quando a encontram orando em um altar na Capital Esquecida, Cloud quase é forçado por Sephiroth a matá-la, mas se liberta do controle de Sephiroth com a ajuda de seus amigos.

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Cloud lamentando a morte de Aeris enquanto Sephiroth regozija.

Sephiroth mata Aeris empalando-a com a Masamune. Cloud fica furioso e Sephiroth o provoca, dizendo que ele não deveria agir como se tivesse sentimentos. "Sephiroth" flutua para o céu e o grupo descobre que aquela criatura é, na verdade, Jenova; a pessoa que eles estiveram perseguindo era Jenova sob o controle de Sephiroth e com sua aparência. Depois de uma batalha contra um pedaço da Jenova, o grupo presta seus respeitos à falecida Aeris enquanto Cloud coloca seu corpo para descansar nas águas da Capital Esquecida. Cloud continua sua jornada para se vingar de Sephiroth, mesmo sabendo que ele pode perder o controle de si novamente.

Em Icicle Inn o grupo encontra registros que detalham o nascimento de Aeris e a verdadeira natureza de Jenova. Acontece que Ifalna deu a luz à Aeris nessa cidade e Gast Faremis era seu pai. Gast foi um cientista que liderou o Projeto Jenova da Shinra que deixou a companhia ao descobrir uma verdadeira Cetra, Ifalna, a última sobrevivente. Gast ajudou Ifalna a escapar da Shinra e os dois se assentaram na cidade remota de Icicle Inn, onde Gast aprendeu com Ifalna sobre Jenova e os guardiões do Planeta, as Weapons.

Ifalna contou ao Gast que Jenova não é uma Cetra como ele imaginava, e que, na verdade, é a "Calamidade dos Céus" responsável pela redução do número de Cetras. Jenova é um organismo extraterrestre capaz de alterar sua forma que chegou em um meteorito há 2000 anos atrás, criando a grande cratera no polo norte do Planeta. A criatura foi selada pelo último Cetra sobrevivente e Gast e seus pesquisadores escavaram seu corpo desse estrato geológico há 2000 anos atrás. Como Sephiroth foi injetado com células da Jenova enquanto ainda estava no estágio fetal em uma tentativa da Shinra de criar uma pessoa com poderes de Cetra para comunicar com o Planeta e encontrar a Terra Prometida, ele tem controle sobre aqueles infectados com as células da Jenova e por possuir força de vontade superior, ele conseguiu controlar o restante da própria Jenova, transformando-a em sua imagem para usá-la como avatar em sua jornada para obter a Materia Negra. Quando Hojo descobriu o esconderijo de Ifalna e Gast, ele matou Gast e levou Ifalna e Aeris, que ainda era uma bebê. Mais tarde, as duas conseguiram escapar para os subúrbios de Midgar, mas Ifalna morreu durante a fuga e Aeris foi adotada por uma moradora do subúrbio.

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Cratera do Norte.

O grupo segue Sephiroth/Jenova até a Cratera do Norte que foi criada durante a queda de Jenova há dois mil anos atrás. Eles vão no airship Highwind e se encontram com Rufus e seu bando lá. Após derrotar Jenova∙DEATH, que estava se passando por Sephiroth, o grupo recupera a Materia Negra. Cloud e Tifa vão sozinhos, mas Cloud entrega a Materia Negra para um membro do grupo que vai ficar para trás para impedir que ele seja controlado por Sephiroth e o entregue a Materia Negra novamente.

Cloud e Tifa encontram uma ilusão dos eventos que aconteceram em Nibelheim cinco anos atrás e Sephiroth chega na cena. Sephiroth mostra que Cloud nunca esteve em Nibelheim cinco anos atrás e que seu lugar foi tomado por um homem chamado Zack. Tifa não consegue refutar as afirmações de Sephiroth e Cloud começa a acreditar que são verdadeiras. Sephiroth diz que Cloud é só uma cópia criada por Hojo, um boneco com memórias falsas. Sephiroth cria outra ilusão para enganar o membro do grupo que ficou com a Materia Negra, fazendo-o ir até Cloud, que pega a Materia e diz que é um mero peão de Sephiroth. Hojo, que acompanhou Rufus até a cratera, a princípio fica interessado em Cloud, mas ao descobrir que ele não possui uma tatuagem numerada, o descarta como uma falha e fica aborrecido por um "experimento fracassado" ter sido o único a chegar à "Reunião" com o verdadeiro Sephiroth.

O corpo verdadeiro de Sephiroth emerge de um casulo de Materia e Cloud o entrega a Materia Negra. Sephiroth invoca o Meteoro, o que desperta os guardiões do Planeta, as Weapons, monstros gigantes com um poder destrutivo imenso. A cratera começa a desmoronar e Cloud e o casulo de Sephiroth caem no Lifestream, enquanto o grupo escapa junto com a Shinra no Highwind. Tifa é nocauteada e Barret é pego enquanto tenta escapar com a Tifa inconsciente, ambos são levados para Junon enquanto o resto do AVALANCHE escapa por conta própria.

A Queda do MeteoroEditar

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O Meteoro pairando sobre o Planeta.

Enquanto está inconsciente, Tifa tem uma alucinação na qual ela persegue Cloud, que desaparece na escuridão, e se lembra de como o encontrou na estação de trem dos subúrbios do Setor 7 pouco antes dele ser contratado pelo AVALANCHE. Cloud estava agindo estranho e dizia que faziam cinco anos que eles não se viam, embora Tifa soubesse que fazia mais tempo. Ela nunca o confrontou sobre o que ele dizia, ao invés disso, pediu para que ele se juntasse ao AVALANCHE, assim ela teria mais tempo para decidir o que fazer e poderia ficar de olho nele e seu comportamento estranho.

Tifa acorda em Junon sete dias depois e encontra um mundo mergulhado no caos; um meteorito paira sobre o céu, um sinal do iminente fim do mundo. Sephiroth cercou a Cratera do Norte com uma barreira, impedindo que a Shinra ou as Weapons o ataquem, e as criaturas passaram a atacar as sedes de energia da Shinra ao invés disso. Rufus, que deseja mostrar que a Shinra ainda está no controle, decide usar Tifa e Barret como bodes expiatórios e executá-los publicamente. Antes que a execução aconteça, Saphire Weapon ataca Junon e a Shinra a mata com um tiro direto na cabeça com o Canhão de Mako. Liderados por Cait Sith, os outros membros do grupo aproveitam a confusão e resgatam Tifa e Barret e roubam o Highwind.

O grupo encontra Cloud sofrendo com envenenamento severo de Mako na cidade de Mideel, para onde ele foi levado pelas correntezas do Lifestream. Tifa fica para cuidar dele, pois ela se recusa em acreditar na história do Sephiroth sobre Cloud ser uma criação do Hojo com memórias falsas e quer ajudá-lo a recuperar ser verdadeiro "eu". Cid conduz o grupo para pegar a Huge Materia da Shinra, que ela planeja colocar no foguete do Cid e lançá-lo diretamente no meteoro. Cid não quer que a Shinra ponha as mãos na Huge Materia e quer pegá-la para que eles mesmo a usem na luta contra Sephiroth.

A Ultimate Weapon ataca Mideel. A cidade é destruída por um terremoto e o Lifestream a engole, Cloud e Tifa caem juntos. Por estarem mergulhados no Lifestream, Tifa consegue viajar pelo Subconsciente do Cloud e organizar suas memórias verdadeiras e desejos secretos, como ter se junto ao SOLDIER para ganhar a atenção da Tifa. Ela confirma que Cloud não é uma cópia, embora ele também não seja a pessoa que acredita ser.

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Cloud se lembra do passado.

Cloud nunca conseguiu entrar para o SOLDIER e, ao invés disso, se tornou um soldado de infantaria de baixo nível da Shinra. Envergonhado pelo seu fracasso, ele nunca contou isso à ninguém da sua cidade natal, e quando recebeu uma missão para acompanhar os membros do SOLDIER Zack e Sephiroth em Nibelheim, Cloud escondeu sua identidade usando seu capacete o tempo inteiro, e é por isso que a Tifa não percebeu que o Cloud estava lá nessa ocasião. Depois que Sephiroth enlouqueceu e colocou fogo na cidade, ele partiu para o Reator de Mako para salvar sua "mãe", já que Jenova estava sendo mantida lá. Zack enfrentou Sephiroth no reator, mas perdeu. Cloud chegou pouco depois, querendo vingança, e Zack, enfraquecido pelo combate com Sephiroth, entregou sua Buster Sword ao Cloud para que ele matasse Sephiroth. Cloud venceu Sephiroth e o jogou no Lifestream abaixo do reator, mas sofreu grandes feridas e desmaiou. Por Sephiroth ser uma espécie de descendente de uma forma de vida extraterrestre, ele resistiu à dissolução no Lifestream e permaneceu como um espírito consciente nele, elaborando um plano para se tornar um deus. Ele tomou conta do corpo da Jenova e daqueles infectados com as células dela para levar seu plano adiante e começou a construir um novo corpo para si mesmo, aquele que o grupo encontra na Cratera do Norte.

Depois que Hojo chegou no reator para averiguar a situação, ele levou Zack e Cloud, e também os outros sobreviventes da vila, para serem usados em experimentos para transformá-los em Clones do Sephiroth. Enquanto os habitantes de Nibelheim foram transformados em clones, Zack e Cloud não reagiram como o desejado e foram considerados fracassos a serem mantidos na Mansão da Shinra.

A mente do Cloud foi destruída pelo trauma dos acontecimentos e pelos experimentos do Hojo e ele fundiu aquele que desejava ser com as memórias do Zack e da Tifa e substituiu o Zack por ele mesmo em suas recordações. Ao serem resgatados do Lifestream, um Cloud restaurado retorna para liderar o grupo e revela aos outros que ele não é um Ex-SOLDIER e que não foi forte mentalmente o suficiente para se qualificar como um.

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Cloud e Zack caídos no precipício com vista para Midgar.

Se ele voltar para a Mansão Nibelheim, Cloud se lembra de como ele e Zack escaparam. Depois de ficar preso por muitos anos, Zack conseguiu se libertar e levou Cloud junto durante sua fuga de Nibelheim, dando à Cloud um antigo uniforme de SOLDIER Primeira Classe para ele usar. Soldados da Shinra alcançaram a dupla de fugitivos em um precipício com vista para Midgar Wasteland e mataram Zack a tiros, mas ignoraram Cloud, que estava em estado vegetativo, e o deixaram para morrer. Cloud arrastou-se até o corpo de Zack, pegou sua Buster Sword e então caminhou para Mdgar sozinho, por onde vagou sem rumo durante um tempo até ser encontrado pela Tifa na estação de trem dos subúrbios do Setor 7. Ao avistá-la, Cloud saiu do seu estado de estupor e criou uma nova personalidade como um SOLDIER Primeira Classe para ganhar um senso de identidade própria e cobrir os buracos em sua memória.

Ao descobrir que o grupo está atrás da Huge Materia, Cloud se junta à causa deles. Eles tentam impedir o lançamento do foguete do Cid mas acabam presos dentro dele quando ele é lançado. Cid percebe que ele esteve errado por repreender sua assistente Shera por arruinar seus sonhos de voar para o espaço e o grupo retorna ao Planeta em uma cápsula de fuga. O foguete não consegue destruir o Meteoro e, ao ver o mundo do espaço, o grupo reforça sua convicção em protegê-lo e decide tentar descobrir qual foi o plano da Aeris.

Com a ajuda de Bugenhagen, o ancião de Cosmo Canyon, o grupo descobre o motivo pelo qual Aeris foi sozinha para a Capital Esquecida. Aeris planejava invocar Holy, a Magia Branca suprema, para contra-atacar o Meteoro, usando a Materia Branca que foi passada por gerações na linhagem Cetra e que ela, a última Cetra, possuía. Pouco antes de sua morte, as preces de Aeris alcançaram o Planeta, mas Sephiroth está contendo o poder de Holy dentro do Núcleo do Planeta.

A Diamond Weapon surge do mar e vai em direção à Midgar. Rufus e os Executivos da Shinra moveram o Canhão de Mako para Midgar e o renomearam para Sister Ray, se preparando para uma investida ofensiva contra Sephiroth. O canhão destrói a Weapon e o disparo chega até a Cratera do Norte, quebrando a barreira do Sephiroth. Antes de morrer, a Weapon dispara rajadas de energia no Edifício da Shinra, aparentemente matando Rufus e deixando a organização sem ninguém para comandá-la. Midgar mergulha no caos. Cait Sith implora pela ajuda de Cloud e seus amigos e revela sua verdadeira identidade: Reeve Tuesti, um executivo da Shinra encarregado de Mdgar.

Cloud e o restante do grupo se infiltram na cidade para combater Hojo, que está no comando do canhão Sister Ray e está tentando dispará-lo novamente, mesmo que isso vá obliterar Midgar. Eles lutam contra as forças restantes da Shinra até alcançarem Hojo, que revela que deseja dar um impulso para seu filho com o poder do Sister Ray; o grupo descobre que Hojo é o pai do Sephiroth, um fato que nem mesmo Sephiroth sabe, e, portanto, é um dos responsáveis diretos pela crise que o Planeta enfrenta. Mesmo com o poder que ele ganhou injetando células da Jenova em seu corpo, Hojo é derrotado.

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A queda do Meteoro.

Com apenas uma semana até a queda do Meteoro, Cloud e o resto do grupo descansam antes da batalha final. Sem um lugar para chamar de lar, Cloud e Tifa passam a noite juntos sob o céu estrelado. Na manhã seguinte, o grupo aventura-se pelas profundezas da Caverna do Norte e encontram Sephiroth no Núcleo do Planeta, que se transforma no Bizarro∙Sephiroth e depois no Safer∙Sephiroth‎, uma forma metade humana, metade divina, que condiz bem com a sua visão de se tornar um deus. Apesar do poder imenso do Sephiroth, ele é derrotado.

O grupo começa a sair da Caverna do Norte, mas Cloud desmaia e começa uma batalha entre seu espírito e o espírito do Sephiroth dentro do Lifestream. Cloud é mais forte e vence a batalha, libertando-se das correntes mentais que o prendiam ao Sephiroth. Contudo, a vitória chega tarde demais, pois quando Holy é liberada, o Meteoro já está muito próximo para que Holy consiga lançar todo seu poder. Midgar é destruída na briga entre o Meteoro e Holy, mas o espírito da Aeris ordena que o Lifestream se reúna e empurre o Meteoro para longe o suficiente do Planeta para que Holy possa destruí-lo.

500 anos depois, Red XIII e dois filhotes chegam em um precipício sobre as ruínas de Midgar, agora coberta pela natureza, e a risada de crianças ecoa ao fundo.

MúsicaEditar

Artigo principal: Final Fantasy VII: Original Soundtrack

A trilha sonora foi o 22º trabalho do Nobuo Uematsu para a Square. A música do jogo foi lançada comercialmente através de quatro discos contendo a trilha sonora, um disco contendo um álbum com arranjos de algumas faixas entitulado Final Fantasy VII: Reunion Tracks e um álbum com arranjos de piano entitulado Piano Collections: Final Fantasy VII.

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"One-Winged Angel"
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Final Fantasy VII - One Winged Angel -HQ-.ogg
Algum problema com a amostra de áudio?

Algumas músicas famosas da produção são "Aerith's Theme" e "One-Winged Angel", a primeira composição da série que fez uso de vozes. O "Main Theme of Final Fantasy VII", ouvido no mapa do mundo no disco 1, tem mais de seis minutos de duração. Várias faixas do jogo foram usadas em produções subsequentes da Square (e Square Enix), incluindo em Kingdom Hearts e Final Fantasy VII: Advent Children.

Naquela época, a trilha sonora de Final Fantasy VII foi considerada a mais ambiciosa do Uematsu. Por causa do tempo e espaço de armazenamento limitados oferecidos a ele, Uematsu optou por utilizar um formato midi de alta qualidade. Isso foi numa época em que o áudio digital e Red Book estavam se popularizando, e alguns ficaram preocupados que a trilha sonora do jogo pudesse sofrer como consequência disso. Esses medos não se realizaram e a trilha sonora de Final Fantasy VII está entre as mais populares e memoráveis da série.

DesenvolvimentoEditar

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Esboços do logo.

As sessões de planejamento para o Final Fantasy VII começaram em 1994 após o lançamento do Final Fantasy VI. A princípio, Final Fantasy VII foi planejado para ser outro projeto 2D para o Super Nintendo.[1] Hironobu Sakaguchi, o criador da série, pretendia que a história se passasse na moderna cidade de Nova Iorque no ano de 1999. Vários membros da equipe estavam trabalhando em paralelo no Chrono Trigger e o desenvolvimento do Final Fantasy VII foi interrompido quando o outro projeto tornou-se grande o suficiente para necessitar da ajuda do Yoshinori Kitase e outros designers. Algumas das ideias consideradas originalmente para o Final Fantasy VII acabaram sendo usadas em Chrono Trigger e outras, como a ambientação em Nova Iorque e a feiticeira Edea, foram usadas em nos futuros projetos Parasite Eve e Final Fantasy VIII respectivamente.

O desenvolvimento de Final Fantasy VII foi retomado no final de 1995 e necessitou dos esforços de aproximadamente 120 artistas e programadores, utilizando os softwares PowerAnimator e Softimage|3D e um orçamento de mais de 30 milhões de dólares. O co-diretor e roteirista do Final Fantasy VI, Yoshinori Kitase, retornou para dirigir e co-escrever Final Fantasy VII e estava preocupado que a franquia pudesse ficar para trás se não acompanhasse os gráficos computacionais 3D usados em outros jogos daquela época. A produção começou depois da criação de uma tech demo curta e experimental chamada "Final Fantasy SGI" para as estações de trabalho Silicon Graphics, Inc. Onyx. A demo continha personagens do Final Fantasy VI renderizados em 3D numa batalha em tempo real. Esse experimento levou a equipe de desenvolvimento a integrar essas mecânicas de design no Final Fantasy VII.

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Conceito inicial de batalha.

Por causa da grande quantidade de armazenamento de memória necessária para implementar os dados de movimentação para os personagens, apenas o formato CD-ROM seria capaz de acomodar as necessidades do projeto. A Nintendo, para a qual a Square havia desenvolvido todos os jogos anteriores da série Final Fantasy, decidiu continuar usando cartuchos no seu próximo console, o Nintendo 64, o que levou a uma disputa que resultou na Square terminando sua relação de longa data com a Nintendo. A Square anunciou em 12 de Janeiro de 1996 que estaria desenvolvendo o Final Fantasy VII para a plataforma PlayStation da Sony.

PersonagensEditar

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Mapa inicial do relacionamento entre os personagens.

Tetsuya Nomura foi escolhido pelo Hironobu Sakaguchi para desenhar o design dos personagens. A empresa usou um sistema onde todos poderiam contribuir com ideias, independente das suas seções, e enquanto todos entregavam documentos de texto feitos no computador, os do Nomura eram escritos a mão e ilustrados. Sakaguchi gostou das propostas ilustradas e escolheu Nomura para desenhar os personagens.[2]Os primeiros personagens que Tetsuya Nomura criou para Final Fantasy VII foram Cloud e Aeris, depois Barret.

No início do desenvolvimento o roteiro ainda não estava completo, mas eu disse, 'Eu acho que primeiro você precisa de um herói e uma heroína', e daí desenhei os designs enquanto pensava em detalhes sobre os personagens. Depois que fiz o herói e a heroína, eu continuei desenhado o que eu achava que seriam personagens interessantes para ter. Quando eu entregava os designs, contava às pessoas os detalhes sobre o personagem que eu havia pensado, ou escrevia-os em uma folha separada de papel.
—Tetsuya Nomura[3]

Zack não existia na história até bem tarde e foi o último personagem que Tetsuya Nomura desenhou para o jogo; já havia sido planejado que Cloud lembraria Aeris de seu primeiro amor, mas quem seria essa pessoa ainda não havia sido decido antes de Zack ter sido criado, e foi decidido que a personalidade inventada pelo próprio Cloud seria baseada no Zack.[3] Nomura queria um quadrúpede no jogo e daí nasceu Red XIII. Foi Nomura quem inventou o nome; ele queria um nome que fosse "interessante" e combinasse um número com uma cor.[3] Yuffie e Vincent quase foram cortados do jogo devido à falta de tempo e eles se tornaram personagens opcionais.[3]

Direção de ArteEditar

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Imagem conceitual do desenvolvimento mostrando uma visão isométrica e personagens do Final Fantasy VI, incluindo Locke.

O jogo segue os passos do Final Fantasy VI, apresentando um mundo com tecnologia mais avançada que os anteriores. A tecnologia do jogo engloba viagem espacial, robótica, engenharia genética altamente avançada, armas de fogo automáticas, armas de energia direcionada, automóveis, helicópteros, tecnologia anti-gravidade limitada e corporações mundiais; pode ser dito que o nível de tecnologia no mundo do Final Fantasy VII aproxima-se de uma ficção científica de um futuro próximo.

Kitase descreveu o processo de fazer os ambientes dentro do jogo o mais detalhados possíveis como uma "tarefa assustadora". O designer de longa data da série, Yoshitaka Amano, estava ocupado abrindo oficinas de arte e exibições na França e em Nova Iorque, o que limitou o seu envolvimento. Isso foi remediado trazendo Nomura a bordo como o artista principal do projeto, enquanto Amano auxiliou no design do mapa do mundo do jogo.

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O modelo da personagem Tifa.

Haviam dois caminhos que o desenvolvimento do Final Fantasy VII podia seguir; usar personagens pixelados em mapas 3D (como Xenogears) ou renderizar os personagens usando polígonos. Ao ser lançado, Final Fantasy VI foi recebido com grande aclamação da crítica mas não foi um grande sucesso comercial na América do Norte. Hironobu Sakaguchi mais tarde lamentou que em termos de pixel art e tamanho dos personagens, o jogo "não vingou" e por isso Final Fantasy VII ficou maior com modelos 3D e gráficos CGI.[4] A princípio, a equipe de desenvolvimento estava considerando usar pixel art para Final Fantasy VII, mas decidiram que não seria possível fazer um drama realista dessa forma, enquanto que com personagens poligonais o movimento de seus corpos inteiros poderia ser usado para se expressarem. Kitase mencionou que o jogo Alone in the Dark foi sua inspiração para esse estilo.[5]

Sakaguchi queria seguir a tradição dos gráficos pixelados e mostrar as expressões dos personagens na tela, então a atenção foi voltada ao tamanho da cabeça dos personagens. Durante as batalhas é possível aproximar a câmera, mas pelo campo fora da batalha ser apenas uma imagem de fundo, não é possível fazer isso. É por isso que as proporções dos personagens são diferentes na batalha e no campo. Mais tarde, a equipe pensou que os jogadores poderiam sentir uma certa estranheza pela diferença na proporção e em Final Fantasy VIII as proporções do personagem no campo e na batalha foram mantidas a mesma.[5]

A transição dos gráficos computacionais 2D para ambientes 3D sobrepostos em fundos pré-renderizados foi acompanhada por um foco em uma apresentação mais realista. Enquanto a capacidade de armazenamento extra e os gráficos computacionais deram à equipe os meios necessários para implementar mais de 40 minutos de FMV, essa inovação trouxe a dificuldade de ser necessário assegurar que os gráficos dentro do jogo não fossem tão inferiores em comparação aos do FMV. O objetivo era fazer uma transição suave juntando os vídeos com as partes do jogo, essa estratégia é vista na abertura do jogo, onde a câmera mostra toda a cidade de Midgar e então se aproxima para mostrar Cloud pulando do trem. Essa foi a primeira vez que a Square implementou FMV em um jogo e eles usaram uma empresa de gráficos computacionais externa para fazer as cenas. Quando a versão de teste ficou pronta, a Square queria mudar algumas cenas dos vídeos para encaixar com as mudanças feitas na história, sem saber que é incomum e custoso fazer grandes mudanças, já que não é tão simples alterar cenas de FMV quanto é no jogo. No fim, a equipe fez algumas pequenas revisões.[5]

HistóriaEditar

Midgar Town Square FFVII Sketch.jpg

Arte conceitual inicial de Midgar.

O script original do Final Fantasy VII, escrito por Sakaguchi, era bem diferente do produto final. Tetsuya Nomura se lembra de que Sakaguchi "queria fazer algo parecido com uma história de detetive". A primeira parte da história envolvia um personagem "impulsivo" chamado "Detetive Joe" perseguindo os personagens principais, que explodiram a cidade de Midgar, que já havia sido desenvolvida para a história.[6] Apesar de ter escrito o enredo original, Sakaguchi focou no desenvolvimento do sistema de batalha ao invés de focar na versão final da história.

Yoshinori Kitase e Kazushige Nojima inventaram as partes sobre a AVALANCHE e a Shinra, o backstory do Cloud e sua relação com o Sephiroth. Sakaguchi veio com os detalhes sobre o Lifestream em seu enredo original, mas Kitase e o resto da equipe trabalharam um pouco nisso antes de colocarem no jogo.[6]

Durante o desenvolvimento do Final Fantasy VII, a mãe do Hironobu Sakaguchi morreu.[7] Naquele momento, Sakaguchi queria criar uma história que mostrasse que quando uma pessoa falece não significa que ela se vai, ele queria também mostrar uma morte realística ao invés de um sacrifício ao estilo de "Hollywood" que os jogos anteriores tiveram. Esses desejos se transformaram no Lifestream e na icônica cena da morte da Aeris e sua presença contínua na vida do Cloud e seus amigos, mesmo depois de ter falecido.

Foi Tetsuya Nomura quem teve a ideia de criar uma história onde o jogador perseguiria Sephiroth. Seguir um inimigo em constante movimento é algo que nunca havia sido feito na série antes e Nomura pensou que perseguir alguém faria a história fluir.[2]

Desenvolvimento da versão para PCEditar

Final Fantasy VII foi o primeiro jogo da série a ser portado para um sistema Windows. Os acionistas pensavam que a Square estava limtando seu mercado por não distribuir seus jogos para múltiplas plataformas; a empresa então começou a atualizar os jogos antigos para linguagens de programação e plataformas modernas e a portar Final Fantasy VII para PC. Eidos foi escolhida para publicar o jogo, já que, naquele tempo, a Eidos converteu e lançou o Tomb Raider (Core) do PlayStation para o PC com sucesso, o que lhe garantiu a imagem de uma empresa experiente em marketing e distribuição de conversões do PlayStation para o PC. Eidos comprou os direitos para publicar Final Fantasy VII para o PC por um milhão de dólares e a Square contratou a equipe para fazer o port em Honolulu.[8]

O port para PC do Final Fantasy VII sofreu com muitos problemas. Depois que a versão para PlayStation foi finalizada, a Square encerrou o projeto Final Fantasy VII e separou a equipe de desenvolvimento; os programadores, artistas, gestores e os equipamentos foram transferidos para o projeto Final Fantasy IX, movidos para outras partes da empresa, liberados de seus contratos ou simplesmente ficaram obsoletos. Além disso, os programadores que trabalharam no port nunca haviam feito um jogo para PC antes e, por isso, ele é cheio de erros de arquitetura.

A única coisa que a equipe do port tinha para trabalhar eram os dados do PlayStation pré-compilados dos cenários de fundo e as animações em FMV, pois já não tinham mais os computadores usados para renderizar os originais e os modelos 3D usados para as animações já não estavam mais disponíveis. Muitos dos artistas e animadores originais eram trabalhadores contratados e já não estavam mais na Square, então eles não podiam ajudar com o port. As músicas originais em MIDI foram melhoradas por engenheiros de áudio após serem compiladas no formato SEQ do PSX; os MIDIs originais que o PC recebeu não eram sequer as versões finais.[8] A Square recusou em alterar qualquer coisa no port além da entrada de texto, pois o diretor original do jogo não fazia parte do projeto e não podia ser consultado.

A versão para PC foi lançada em Junho de 1998, mas continha erros e, a princípio, era incompatível com os CPUs da Cyrix e AMD. A versão para PC estava repleta de problemas, como vídeos tocando de cabeça para baixo ou travando o sistema, a placa de áudio não tocando os MIDI e a configuração inicial do teclado usando apenas o teclado numérico, o que significa que ele não podia ser jogado em muitos laptops. Uma das falhas mais marcantes era um glitch que travava o jogo durante a corrida de Chocobo; assim como a maioria dos problemas da versão para PC, isso foi resolvido com um patch feito por fãs.[1]

O jogo continha arquivos MIDI General MIDI e Yamaha GX separados; um software de sintetização era fornecido junto com o disco de instalação, que foi, de acordo com o readme, feito pela Yamaha especialmente para o jogo para fazer os arquivos XG MIDI funcionarem nos computadores que não possuíssem o hardware apropriado. O jogo é também um dos únicos jogos para Windows com suporte às placas de som ISA Sound Blaster AWE32 e AWE64 da Creative Labs, já que possui uma fonte de som customizada para o seu sintetizador EMU8000.

Ao aprender com os erros de sua versão para PC do Final Fantasy VII, a Square começou um projeto para melhorar o port de seus jogos principais e padronizar todos os dados, para que as falhas cometidas com o port para PC do Final Fantasy VII não se repitam.[8] Os relançamentos recentes dos jogos Final Fantasy antigos usam uma nova engine 2D.[8]

Relançamento da versão para PCEditar

Rumores de que a Square relançaria o Final Fantasy VII para PC começaram a surgir em 2012, quando a Square Enix comprou o domínio para finalfantasyviipc.com. A descrição do produto para o novo lançamento foi postada na página, mas rapidamente removida; entretanto, vários sites divulgaram a notícia e a descrição do produto continuou no Google cache.

No dia 4 de Julho de 2012, o site abriu oficialmente com informação sobre o lançamento, embora sem uma data de lançamento. Mais tarde, a versão foi lançada no Steam. Essa nova versão para PC inclui novos recursos online, como armazenamento em nuvem, conquistas e a possibilidade do jogador melhorar os atributos dos personagem e ganhar mais gil através de um sistema conhecido como Character Boster.

RemakeEditar

Para ver a página principal do Remake vá em "Final Fantasy VII Remake"
Final Fantasy VII - E3 2015 Trailer PS401:54

Final Fantasy VII - E3 2015 Trailer PS4

Anunciado no dia 15 de junho de 2015 na E3, depois de um filme, vários spin-offs, OVAs e muita expectativa, finalmente, o remake de Final Fantasy VII está em produção. A primeira plataforma jogável será o Playstation 4, podendo ser distribuído futuramente para outros consoles. A alguns meses a Square Enix fizera o relançamento do jogo original para o PS4, causando certa insatisfação por parte de quem aguardava um jogo, de fato, refeito. Para acabar com as dúvidas o trailer se encerra com os seguintes dizeres: "...a promessa foi cumprida", um logo refeito e a palavra "Remake" expressiva em seguida. Yoshinori Kitase foi anunciado como o produtor, Tetsuya Nomura como diretor e Kazushige Nojima como roteirista.

O projeto já estava em desenvolvimento há algum tempo antes de ser anunciado na E3. A decisão do anúncio foi feita para aumentar as vendas do PlayStation 4 no Japão, na esperança de expandir o número de compradores ao mostrar que existirão jogos os quais eles poderão aguardar ansiosamente.[9]

Nomura disse que somente melhorando os gráficos não faria o jogo ultrapassar a versão original e, por isso, o remake será diferente. Ele descreveu-o como tendo uma história "muito evoluída" já que será mais trabalhada.[10]

Arte das CapasEditar

Final Fantasy VII foi o primeiro jogo da série cuja capa japonesa é apenas o logo em um fundo branco, uma tradição que continuou desde então. A princípio, a Square estava pensando em remover as letras do logo e deixar apenas a imagem do Meteoro que o Yoshitaka Amano desenhou, mas isso não se materializou. A cor branca foi escolhida para o fundo porque Hironobu Sakaguchi disse que a imagem passada por Final Fantasy é branca.[11]

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

  1. "Entrevista com Yoshinori Kitase". Level (em Sueco) (Reset Media) (25). Maio de 2008
  2. 2,0 2,1 Weekly Famitsu Edição nº 1224: Entrevista com Tetsuya Nomura traduzida para o inglês pelo TheLifestream.net
  3. 3,0 3,1 3,2 3,3 Discussão do 10º Aniversário do FFVII: páginas 8 a 13 do FFVII 10th Anniversary Ultimania traduzido para o inglês pelo TheLifestream.net
  4. Matéria em inglês: Things Are Very Different For The Creator Of Final Fantasy — Kotaku.com
  5. 5,0 5,1 5,2 Revista Weekly Famitsu, Edição nº 1224: Entrevista com Tetsuya Nomura traduzida para o inglês pelo TheLifestream.net
  6. 6,0 6,1 http://uk.ign.com/articles/2007/06/04/ffvii-not-being-remade-nomura
  7. http://www.ff7citadel.com/press/int_sakaguchi.shtml
  8. 8,0 8,1 8,2 8,3 http://q-gears.sourceforge.net/index.phtml?content=4
  9. http://www.eurogamer.net/articles/2015-06-17-it-seems-like-final-fantasy-7s-remake-wont-lose-so-much-of-the-crazy
  10. http://www.siliconera.com/2015/06/17/final-fantasy-vii-remake-will-have-more-work-done-to-its-story/
  11. http://thelifestream.net/weekly-famitsu-issue-no-1224-tetsuya-nomura-interview/ Weekly Famitsu Edição nº 1224: Entrevista com Tetsuya Nomura traduzida para o inglês pelo TheLifestream.net

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